domingo, 11 de julho de 2010

CONCEPSICOSE

Se estiver correta a vista, pode-se compreender o papel-hipótese de que a realidade desempenha a explicação de uma instância psíquica (sintomatologia psicótica) e igualmente a fronteira de "fim".
A alucinação seria um "fenômeno do mundo", que Freud aponta como o processo patológico corriqueiro nos paranóicos. A reversão: início das "tentativas de cura". Este quadro vai ser tentado por meio do processo psicótico do delírio, ou seja, do reinvestimento não-narcísico e consistente da demolição das representações da palavra. Revive-se vínculos objetais alucinatoriamente, permitindo o(des)investimento de representações, associações e produções.
Freud já propusera que o processual da fronteira para o normal da consciência depende da célebre reanimação alucinatória das imagens mnêmicas acústicas das palavras:
Hábitos saudáveis refletem no seu dia-a-dia - Bastam 3 acerolas!


*Nenhum dos personagens citados fazem referência a pessoas vivas ou mortas, caso ocorra não passa de mera coincidência acústica.

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