Não queria encontrar o macaco que ria de mim.
Meu cabelo entra na orelha, meu amigo me chamou de macaquinha da orelha peluda. Será que ele sente a mesma aflição que eu diante de um macaco?
Contornos antigos de cimento emergem do mar,
caminha minha irmã entre estes patrimônios da humanidade,
a frase me vem à cabeça: “o peido traz como arte borrar o cu.”
E percebo que arte não se esquece quando realmente se experiencia.
Ah, não quero apenas peido, quero cu artista borrado de bosta!
Proponho começar peidando com tudo, um cu livre, calcinhas folgadas, e o principal, quando machucar o cu não deixar de peidar com tudo.
Percebo aromas diversos, a cada peido um sabor,
e como seria a explosão de sabores que meu amigo tanto fala?
Fogos de artifício, orgásmico!
E lembro de pratos sofisticados que poderia um dia experimentar...hum
o que comi me vem a memória,
penso no quadro em minha calcinha:
uma noite de feijão e alguns sóis de milho, mas quando olho:
Apenas um cometa que deixou seu rastro.
Ai, fico comovida, também sou artista!
artista cagão, somente mais um macaco.
ResponderExcluirdance, monkeys dance!
http://www.youtube.com/watch?v=8APbPfy3atg
vá
ResponderExcluirneste pingo que oscila
entre a torneira
e a pia
um breve exercício
de melancolia...